Oi! Meu nome é Juliana Dantas, tenho 21 anos. Nasci em São Paulo, mas já morei em Campinas e São Bernardo do Campo, neste morei por 10 anos e nunca consegui me identificar com o lugar, com as pessoas. Era tudo muito estranho, me sentia o patinho feio. Quando meus pais se separaram vim morar em São Paulo com a minha mãe e minha irmã e parece que tudo se encaixou.
Consegui meu primeiro emprego em uma loja de roupas e (finalmente!) conquistei a minha independência financeira e desde então não parei mais de trabalhar. Já exerci várias funções: recepcionista, vendedora, assistente de comunicação, consultora de R&S, assistente de Departamento Pessoal... ufa!
Atualmente trabalho em uma agência de Marketing Promocional, com recrutamento e seleção para Eventos e Promoçoões para grandes Clientes, estou muito feliz na minha profissão, só falta voltar para a minha tão sonhada faculdade. Aos 13 anos, decidi que seria Psicóloga Forense e ninguém conseguiu tirar isso da minha cabeça, entrei para a faculdade, engravidei e tranquei o curso. Ao longo da minha experiência profissional entrei na área de Recursos Humanos e me apaixonei, então resolvi que quando voltasse para a faculdade, faria Gestão de Pessoas.
Enfim, nasci em 25 de outubro e 1990, aos oito meses de gestação, minha mãe adquiriu a diabetes na gravidez e não pode ir até o 9º mês. Assim que saí da maternidade e fui pra casa, minha mãe percebeu que meu braço direito estava vermelho (muito vermelho) e inchado. Saímos correndo para o PS e o diagnóstico foi Osteomelite, uma bactéria faminta que eu peguei na maternidade e comeu a cartilagem de crescimento do meu braço, bem no ombro. Os médicos disseram que meu braço direito não cresceria mais e ficaria para sempre do tamanho do braço de um bebê de 5 dias! Por um milagre, restou um fio (apenas um fio) de cartilagem e meu braço cresceu, não totalmente, pois perdi 15cm. Tenho algumas limitações, como não fazer Educação Física (isso eu adorava), carregar peso... fora isso sou saudável e limpinha! rs
Sofri bulling sim na escola, na rua... me chamavam de Nemo, porque ele tem uma barbatana menor que a outra. Chorei muito por causa disso, usar regata e babylook? Nem pensar! Já passei muito calor por causa disso, até que descobri que o maior preconceito vinha de mim. Então tirei o moletom e fui ser feliz. Entrei em uma empresa pela cota de deficientes, arrumei um namorado que me aceitou do jeito que eu era e depois de 8 meses de namoro, engravidei! Fiquei chapada no coco, enlouqueci mesmo! Fiz terapia e fui melhorando, hoje meu filho é minha prioridade e minha alegria de todos os dias.
Escrevo desde a adolescência, adoro escrever sobre tudo!
Espero que gostem do blog e aos poucos vamos nos conhecendo melhor!
Beijos! ;**

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